Propostas das Chapas Eleitorais
  • Intensificar o relacionamento do Conselho Federal de Medicina com as autoridades competentes, visando coibir o exercício ilegal da medicina;
  • Incentivar e apoiar a revisão da lei nº 3268/57, que regulamenta o funcionamento dos Conselhos Regionais e Federal de Medicina;
  • Propor revisão e atualização das resoluções do CFM em conjunto com os CRMs, adequando-as às necessidades do exercício profissional;
  • Apoiar a criação e implantação da carreira de estado para médicos do governo federal;
  • Combater, denunciar e orientar os médicos contra a precarização do seu trabalho com o objetivo de evitar que infrações éticas venham a ser cometidas por falta de estrutura e insumos;
  • Incentivar a criação de banco online, atualizado em tempo real, de dados médicos, distribuídos por região, especialidade, faixa etária etc., visando estratégias de avaliação da carreira médica, de proteção à saúde física e mental dos mesmos e garantindo estatísticas confiáveis para o Estado e a população;
  • Estimular, propor ações e apoiar demandas do médico no início de carreira por meio da comissão do médico jovem;
  • Ampliar e estimular a adesão ao Sistema de Acreditação das Escolas Médicas – SAEME do CFM, que vem desempenhando importante papel na avaliação da qualidade do ensino ofertado aos estudantes de Medicina no Brasil;
  • Trazer a condução do Revalida para o Conselho Federal de Medicina evitando a possibilidade de exposição dos pacientes à profissionais sem a devida qualificação;
  • Incentivar e propor a implementação de plataforma eletrônica para as eleições de CRM e CFM visando trazer comodidade ao médico e redução de custos no processo eleitoral;
  • Oportunizar reuniões de câmaras e comissões por meio de teleconferência, objetivando a redução de custos relacionados a deslocamento;
  • Ampliar a proximidade do CFM ao Congresso Nacional fortalecendo sua comissão de assuntos parlamentares.

Nós da CHAPA 2 dirigimos à classe médica de SC numa eleição nacional de grande importância histórica, num momento crucial para o Brasil que busca novos caminhos e mudanças em todas às áreas. Este espaço não é suficiente para expor tudo que gostaríamos de falar, mas inicialmente é importante informar que a margem para mudanças no CFM está estreita, no seu quadro geral dos 27 CRMs no Brasil temos: Acre, Alagoas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Sergipe (6) que são chapas únicas composta de conselheiros federais em exercício que buscam sua reeleição. Há outros estados como: DF, Goiás, Pará, Paraná, Piauí, Roraima, Santa Catarina e Tocantins (8), com candidatos pertencentes aos quadros do atual CFM que também buscam sua reeleição, sendo que estão disputando com candidatos sem vínculos com seus CRMs e o CFM. Outros estados como: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo (13) foram totalmente renovados, e não possuem vínculos com o atual CFM.

Não há outra forma para o aprimoramento e atuação das organizações médicas frente aos constantes desafios postos na linha do tempo como: Mais Médicos, Revalida, Carreira de Médico do Estado, Ato Médico, maior transparência e capilarização dos processos éticos profissionais, o fortalecimento do Sistema de Acreditação das Escolas Médicas, modernização da legislação, etc. se não houver nossa união. Muitas são as nossas lutas, inclusive para um Não frente à Resolução da Telemedicina – como se encontra editada pelo atual CFM. Estamos dissipando forças e consumindo muitos recursos. Não é produtivo ter bons times com direções, processos, ações, sedes, funcionários, etc. separados, mesmo que elas se encontrem de tempos em tempos. Qualquer conhecimento básico em administração constata que este sistema não prospera, é falido. Fato ilógico que ocorre com as nossas organizações que possuem um peso inferior ao que deveria ocupar frente às organizações nacionais, diferentemente do que ocorre com a Ordem dos Advogados do Brasil, nela ninguém ousa tocar.

Nós muitas vezes somos preteridos em função de qualquer coisa, seja privado, seja público. Há muito lutamos para a unificação das nossas instituições médicas. Queremos participar do sindicato, das associações, mas tudo isto fica muito oneroso. A maioria se revolta geralmente com as taxas, talvez não tanto pelo valor em si, mas o que isto traduz em benefício para todos nós. É como os impostos no Brasil. Sendo que a nossa população, outros profissionais e mesmo nossa classe possuem dificuldades de entender suas funções e sua representatividade como uma organização médica. Lutamos há décadas para este projeto que acreditamos ser um divisor de águas, um ponto de inflexão para o alto nos caminhos da Classe Médica Brasileira, que é a criação da Ordem dos Médicos do Brasil, onde abordo em meu livro intitulado SOS Medicina, publicado em 2000. Nossa plataforma é propor esta alteração estrutural de base nas nossas organizações médicas, o restante tudo fica mais fácil. Com certeza tivemos e temos problemas por falta desta força organizacional única. Para a sociedade a Classe Médica parece meio confusa, com diversas organizações e siglas que nós faz representar, às vezes historicamente têm até posições contrárias.

Chegou a hora da nossa verdadeira UNIÃO. Devemos ser uma única família, cuidando uns dos outros. Se você não está atualmente satisfeito, participe desta corrente em favor da CHAPA 2 para mudar o nosso CFM. Temos outras informações e parte do que acreditamos no nosso programa inserido no site www.classemedicaunida.com.br. Agora é a hora, saia da zona de conforto e lute para ter o melhor para a nossa Medicina. Nós juntos podemos mudar. Contamos com todos os catarinenses para se somarem nesta onda do melhor para o nosso Brasil. Santa Catarina pode e vai fazer a diferença na composição deste CFM. Vote CHAPA 2. Agradecemos a todos.